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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Força Aérea americana produziu disco voador


São Paulo — Nos anos 50, a Força Aérea dos Estados Unidos encomendou o projeto de um disco voador supersônico à empresa canadense Avro Aircraft. Alguns detalhes desse exótico empreendimento tecnológico se tornaram públicos, nesta semana, após a liberação de documentos antes classificados como secretos.
O projeto 1.794, de 1956, era audacioso. Ele previa a construção de um disco voador capaz de decolar e pousar na vertical. Essa prodigiosa aeronave deveria voar a uma velocidade entre 3.700 e 4.900 quilômetros por hora, de três a quatro vezes a velocidade do som. Poderia subir a 30 mil metros de altitude.
São características que superam as do SR-71 Blackbird, o detentor do recorde mundial de velocidade para aviões. Esse jato espião, que foi usado pelos americanos entre 1966 e 1998, atingiu 3.529 km/h em seu voo recordista, em 1976. O recorde não foi quebrado até hoje.
Os documentos recém-liberados incluem desenhos mostrando como deveria ser a exótica aeronave. Ela não faria feio num filme de ficção científica dos anos 50. A única especificação destoante era o alcance de 1.800 quilômetros, modesto em comparação com as distâncias voadas pelos aviões de hoje.
O projeto foi cancelado em 1961. Pelo que se sabe, o máximo que os engenheiros conseguiram foi construir protótipos que se elevavam poucos metros acima do chão, e por apenas alguns minutos. Eram instáveis, perigosos, lentos e incapazes de levar cargas pesadas. Alguns desses protótipos podem ser vistos no vídeo abaixo.

Na minha opinião, "Ovnis" na verdade sempre foram maquinas ou veículos totalmente terraqueas. Desde a época de Hitler até mesmo de Leonardo da Vinci já existiam protótipos e até mesmo modelos de aviões e maquinas voadores com formatos estranhos.
Os americanos "roubaram" muitos projetos alemães, assim como "importou" a tecnologia de foguetes dos alemães que dessa época através da convocação "voluntaria" de cientistas Nazistas em troca do perdão pelos seus crimes.
Apesar de ser menos evidente do que a extravagancia de Hitler em buscar novas tecnologias, os americanos tem a mesma sede em obter novas tecnologias a todo custo.
Existe um episodio de um programa no History Channel que mostra desenhos de projetos secretos Nazistas, mas que após algum tempo esta sendo desenvolvida pela NASA.


terça-feira, 20 de março de 2012

Baralho de RPG Illuminati previu o futuro?



Revisando um baralho de RPG chamado Illuminati, me deparei com duas cartas que me chamaram muito atenção.
Levando em consideração que esse baralho foi feito em 1995, me pergunto será que previu o futuro ou somente informou os fatos?


 Vou procurar mais alguma que seja tão interessante quanto essas. Qualquer coisa posto mais aqui.

quarta-feira, 7 de março de 2012

O homem nunca pisou na Lua?


O homem nunca pisou na Lua?

Há quem afirme de pés juntos que a conquista do nosso satélite foi mais uma farsa do governo americano - e dirigida por ninguém menos que o cineasta Stanley Kubrick

por Alexandre Petillo



Esqueça tudo o que lhe ensinaram na escola: o homem nunca pisou na Lua. A célebre imagem da nave americana pousando em nosso satélite no dia 20 de julho de 1969, o passo em câmera lenta de Neil Armstrong, a bandeira do Tio Sam fincada no solo lunar... Tudo isso foi encenado em um estúdio de TV no Estado de Nevada, nos Estados Unidos. Para ganhar contornos ainda mais espetaculares, as filmagens foram dirigidas por ninguém menos que o cineasta Stanley Kubrick.
É o que defendem muitos paranóicos de carteirinha e, também, simpatizantes do socialismo soviético. O que dá na mesma. Essa tese também é defendida pelo escritor Bill Kaysing em seu livro We Never Went to the Moon (“Nunca Fomos à Lua”). Segundo Kaysing, a Nasa, agência espacial americana, não tinha tecnologia para colocar o homem na Lua em 1969. Mas precisava fazer isso de qualquer maneira. Tudo porque, em abril de 1961, o cosmonauta soviético Yuri Gagarin conseguira entrar para a história como o primeiro homem a viajar pelo espaço. Para não ficar atrás, o presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, fez uma promessa: até o final da década, o país mandaria astronautas para a Lua.
Mas a década de 60 chegou ao fim e os americanos ainda não tinham tecnologia para chegar lá. Por isso, a Apollo 11 realmente foi lançada – mas pousou no Pólo Sul. Os astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins foram levados secretamente a um estúdio de TV e encenaram a conquista da Lua. Veja a seguir alguns indícios do embuste.
MUITO SUSPEITO
• Não se viam estrelas no céu. Ora, se não existe atmosfera na Lua, as estrelas deveriam ser visíveis.
• Não apareceu nenhuma cratera, e todo mundo sabe que a Lua está cheia delas.
• As sombras dos astronautas no chão não eram paralelas, como se existissem duas fontes de luz – mas é sabido que só existe uma, o Sol.
Outro indício de fraude é que, no momento da aterrissagem (o certo seria “alunissagem”, mas quem garante?), a câmera não balançou nem um pouco, mesmo estando posicionada perto de uma poderosa turbina. Sabe por quê? Simples: a câmera foi manuseada pelo cineasta americano Stanley Kubrick, que em meados de 1968 finalizara o filme 2001 – Uma Odisséia no Espaço e dominava a técnica necessária para esse tipo de produção.
Mas as teorias conspiratórias não acabam por aí. O engenheiro nuclear Willian Brian II diz que, sim, nós pisamos na Lua. Mas só chegamos lá a bordo de uma nave antigravidade, copiada de um Ovni capturado pelos Estados Unidos. “Se a Nasa admitir que a Lua tem gravidade, terá que explicar a técnica de propulsão que possibilitou a viagem e, aí, certamente, terá que divulgar que o governo capturou e pesquisou discos voadores e que, portanto, a ciência já domina novas formas de energia”, afirma o engenheiro nuclear.
Conspirólogos questionam também o fato de os americanos terem conseguido transmitir toda a conquista da Lua em tempo real – e de os astronautas terem feito uma ligação telefônica direta com o então presidente Richard Nixon. Outra gafe histórica seria o fato de o vídeo exibir a bandeira americana tremulando, já que na Lua não existe vento e, sim, vácuo. Para completar, os conspirólogos questionam: por que, desde Apollo 17, em 1972, o homem nunca mais voltou à Lua? Por que outros países nunca se arriscaram a pisar no satélite? De fato, são perguntas que teimam em não calar.

Eu acredito!

“Minha mãe conta que, quando a família dela se reuniu ao redor da TV para assistir à chegada do homem à Lua, o tio Lauro, irmão do meu avô, dizia que aquilo tudo era uma invenção dos americanos. Lembro-me de ter visto pela primeira vez as imagens criticadas pelo tio Lauro durante a comemoração dos 20 anos da chegada à Lua, em 1989, quando eu tinha 10 anos – e já com o senso crítico suficiente para concordar com o tio Lauro. Já mais velho, li que a chegada à Lua foi forjada para animar o povo americano, cujos soldados estavam sendo chacinados no Vietnã. E soube através da banda The Supersónicos que o primeiro homem a pisar na Lua foi, na verdade, um uruguaio, em 1963, muito antes de o Neil Armstrong dar aqueles passinhos idiotas...”
Carlinhos Carneiro, vocalista da banda Bidê ou Balde

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

O ESTRANHO

O ESTRANHO

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho,
recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador
personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família;
na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares:
Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me
ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.

Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber
de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.

O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de
nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha
para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado
alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho
nunca se sentia obrigado a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa
casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer
um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo,
usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava
meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos
animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos
e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram
às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados
fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de
meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para
nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como
era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais,
ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém
quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe
companhia...
Seu nome?
Nós o chamamos Televisor...


--By Marcelo C.--

terça-feira, 7 de junho de 2011

União Europeia debate proibição de sacolas plásticas

Quando o assunto é uso de sacolas plásticas, o comissário europeu para o Meio Ambiente, Janez Potocnik, é taxativo: "Nós avaliaremos todas as possibilidades, inclusive a proibição na União Europeia."
A maioria das cerca de 500 sacolinhas consumidas anualmente por cada cidadão do bloco europeu é usada uma única vez --um prejuízo incalculável para a natureza.
Tanto o Departamento Federal do Meio Ambiente da Alemanha quanto o Ministério alemão do Meio Ambiente mostram-se, todavia, um pouco céticos quanto à possibilidade de uma proibição geral de sacolas plásticas na União Europeia (UE), pois os países-membros possuem características muito heterogêneas.
Em cada um deles, o uso das sacolinhas acontece de maneira distinta.
Na Alemanha, por exemplo, calcula-se que sejam gastas cerca de 65 sacolinhas por pessoa por ano --número bem abaixo da média da União Europeia.
O sistema de reciclagem alemão também é considerado bastante eficiente. Embalagens plásticas, como sacolas, são jogadas em latas de lixo especiais. Dali elas são transformadas em outros sacos ou produtos plásticos.

(Minha opinião)

 Eu particularmente utilizo sacolas plasticas para descartar o lixo. Sem as sacolas plasticas, eu iria comprar sacos de lixo de plastico. Sendo assim eu estaria gastando mais um pouco e estaria poluindo da mesma forma. Em outras palavras, 6 por meia duzia.

Continuando: Se os sacos plasticos forem feitos de material biodegradavel, dai tudo bem, porque irão se decompore blá blá. Não é mais facil fazer sacolas plasticas dessa forma, já biodegradaveis?


Resumindo: Mais uma forma de nos direcionar para a compra induzida de um produto.

Após 30 anos, vacina contra a Aids ainda desafia cientistas

Em 1981, médicos norte-americanos relataram o primeiro caso de uma doença misteriosa. Trinta anos depois da descoberta da aids, a busca pela vacina segue desafiadora. Diariamente, mil crianças são infectadas pelo HIV.
Há 30 anos, uma doença misteriosa começava a espalhar medo entre os homens homossexuais. O primeiro relato da enfermidade que ataca o sistema imunológico humano foi registrado em 5 de junho de 1981 num artigo escrito por Michael Gottlieb, do Centro Médico da UCLA (Universidade da Califórnia, em Los Angeles).
Era o início da contaminação do vírus HIV, causador da aids. Pouco depois da primeira publicação, os médicos também comprovaram que a doença afeta os heterossexuais. De lá para cá, aproximadamente 30 milhões de pessoas morreram vítimas da aids, e mais de 60 milhões se infectaram, segundo dados das Nações Unidas. Ao longo destas três décadas, os especialistas ainda não descobriram, no entanto, a tão desejada vacina contra o vírus.

Dados sobre extraterrestres somem de arquivos australianos

Documentos sobre extraterrestres sumiram misteriosamente dos arquivos do Departamento de Defesa australiano.
A descoberta surgiu depois de o jornal "Sydney Morning Herald Newspaper" pedir para ter acesso aos registros que mencionavam objetos não identificados ou organismos extraterrestres.
De todo material, apenas um foi localizado, que tratava de testes de armas militares e de ocorrências registradas na cidade de Woomera, no sul da Austrália, e em outros países.
Um porta-voz militar disse que provavelmente os arquivos foram destruídos em um procedimento de rotina.
"Parece estranho a Austrália estar destruindo esses dados, enquanto a Inglaterra e os Estados Unidos os torna públicos, colocando-os na internet", comentou o autor do livro "The Oz Files", Bill Chalker.